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Ver todas as notíciasExame é capaz de detectar alterações genéticas comuns entre pacientes com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA)
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), que reúne o autismo, a Síndrome de Asperger e outras doenças, atinge uma a cada 59 crianças, segundo dados de 2018 divulgados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, órgão dos Estados Unidos. O diagnóstico é clínico, feito por um médico através da observação de comportamentos e de uma entrevista com os pais ou responsáveis pela criança.
Há, porém, uma nova alternativa para auxiliar na detecção do transtorno. Indicado pela Academia Americana de Genética, o MicroArray permite identificar alterações cromossômicas/ genéticas (na estrutura das células) características do TEA.
Entre os principais casos “beneficiados” pelo exame genético estão: o diagnóstico precoce de deficiência intelectual, autismo, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, convulsões, atraso de crescimento, atraso de linguagem, malformações congênitas e genitália ambígua. O exame tem cobertura obrigatória por planos de saúde. É necessário passar por uma consulta médica e receber um encaminhamento do mesmo profissional para a realização do exame.
No caso do autismo, por exemplo, as principais doenças/alterações genéticas associadas são a síndrome do cromossomo X-frágil, a esclerose tuberosa, as duplicações parciais do cromossomo 15 e a fenilcetonúria não tratada.
A Genomika, laboratório parceiro do Hospital Israelita Albert Einstein, com sede em Recife e São Paulo e atendimento em todo o Brasil, oferece a Hibridização Genômica Comparativa –Microarray e o Sequenciamento Completo do Exoma exames capazes de detectar alterações comuns entre pacientes com TEA.
Saiba mais em: https://www.genomika.com.br/microarray/
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